Credenciada pela excelente apresentação do ano passado, que acabou lhe valendo o campeonato do Grupo Especial, o Salgueiro entrou na Avenida cercado de grande expectativa. O enredo “Histórias Sem Fimâ€, de autoria do carnavalesco Renato Lage, mais uma vez proporcionou a confecção de figurinos e alegorias de grande beleza. A presidente Regina Celi Duran comandou a nação vermelha e branca, mostrando toda a sua confiança.
Coreografada por Hélio Bejane, a comissão de frente abriu o espetáculo representando os monges copiostas. O mestre-sala Ronaldinho e a porta-bandeira Gleice Simpatia simbolizavam Escritos Medievais. Imponente, o abre-alas tinha um nome sugestivo: “Primeira Impressãoâ€.
Desde então, diversos estilos e autores se misturaram num desfile de histórias e épocas. Começando com a BÃblia, seguiram-se pactos, intrigas e romances; depois, a literatura brasileira; histórias infantis; ficção e esotéricos. Entremeando momentos de beleza e animação, destaque para a bateria de mestre Marcão, encarnando o intrépido Ali Babá e os 40 ladrões.